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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

sábado, 17 de setembro de 2011

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sábado, 3 de setembro de 2011

DICAS PARA DRIBLAR O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO


1) Saiba exatamente o que vai dizer no início, quase palavra por palavra, pois neste momento estará
ocorrendo maior liberação da adrenalina.
2) Leve sempre um roteiro escrito com os principais passos de apresentação, mesmo que não precise dele. É
só para dar mais segurança.
3) Se tiver que ler algum discurso ou mensagem, imprima o texto em um cartão grosso ou cole a folha de
papel numa cartolina, assim, se as suas mãos tremerem um pouco o público não perceberá e você ficará mais
tranqüilo.
4) Ao chegar diante do público não tenha pressa para começar. Respire o mais tranqüilo que puder, acerte
devagar a altura do microfone (sem demonstrar que age assim de propósito), olhe para todos os lados da
platéia e comece a falar mais lentamente e com volume de voz mais baixo. Assim, não demonstrará a
instabilidade emocional para o público.
5) No início, quando o desconforto de ficar na frente do público é maior, se houver uma mesa diretora,
cumprimente cada um dos componentes com calma. Desta forma, ganhará tempo para superar os momentos
iniciais tão difíceis. Se entre os componentes da mesa estiver um conhecido aproveite também para fazer
algum comentário pessoal.
6) Antes de falar, quando já estiver no ambiente, não fique pensando no que vai dizer, preste atenção no que
as outras pessoas estão fazendo e tente se distrair um pouco.
7) Antes da apresentação evite conversar com pessoas que o aborreçam, prefira falar com gente mais
simpática.
8) Antes de fazer sua apresentação, reuna os colegas de trabalho ou pessoas próximas e treine várias vezes.
Lembre-se de exercitar respostas para possíveis perguntas ou objeções, com este cuidado não se
surpreenderá diante do público.
9) Se der o branco, não se desespere. Repita a última frase para tentar lembrar a seqüência. Se este recurso
falhar, diga aos ouvintes que mais a frente voltará ao assunto. Se ainda assim não se lembrar, provavelmente
ninguém irá cobrar por isso.
10) Todas essas recomendações ajudam no momento de falar, mas nada substitui uma consistente
preparação. Use sempre todo o tempo de que dispõe.

Texto retirado do site Interlegis

Foi em Siracusa que nasceu a Arte da Oratória


Foi em Siracusa que nasceu a arte da oratória. Na antiguidade, Siracusa foi a maior e mais importante cidade da Sicília. Entre as ruínas arquitetônicas, contam-se um teatro grego, um anfiteatro romano, o altar-mor de Híeron II e a cidadela do século IV a.C
O primeiro manual sobre a retórica surgiu nesta cidade no século V antes de Cristo. Este manual foi escrito pelos siracusanos Córax e seu discípulo Tísias. Corax escreveu a obra para orientar os advogados que se propunham a defender causas de pessoas que desejavam reaver seus bens e suas propriedades tomados pelos tiranos.
Existe uma anedota sobre o aprendizado de Tísias. A história conta que Tísias se recusou a pagar as aulas ministradas pelo seu mestre Corax alegando que, se fora bem instruído pelo mestre, estava apto a convencê-lo de não cobrar. Se este não ficasse convencido, era porque o discípulo ainda não estava devidamente preparado, fato que o desobrigava de qualquer pagamento.
A civilização Grega tinha em alta consideração os homens que dominavam a arte da oratória. Aristóteles discípulo de Platão, escreveu as bases da oratória em seu famoso tratado intitulado: A ARTE DA RETÓRICA , Aristóteles não fazia discursos, apenas escreveu sobre o assunto.
DEMÓSTENES, este sim, ficou famoso tornando-se o mais eloqüente orador da Grécia. Superou suas dificuldades naturais, pois era gago.
Conta-se que Demóstenes corria contra o vento recitando versos e colocava pedras na boca para aperfeiçoar sua dicção.
SETE PASSOS PARA SE ENSAIAR UM DISCURSO


·         Primeiro passo – definir claramente seu objetivo

Pergunte : o que quero obter com meu discurso ?
Uma resposta concisa a pergunta , simplificará as coisas e ajudará a definir claramente o principal : seu objetivo

Por exemplo
Que o ouvinte concorde em concertar a cisterna do prédio...
Que o ouvinte vote em Maria para nova presidente da junta ...
Que o ouvinte colabore doando recursos para ajudar o orfanato .

·         Segundo passo – por um título interessante

Pergunte : Que palavra , frase ou oração comunicará a idéia de maneira fácil de entender , ou despertará curiosidade por meu discurso ?

É melhor que seu discurso tenha um título que o identifique claramente, para concentrar suas idéias em seu objetivo , e que sirva para armar seu argumento ao redor de uma frase que te faça recordar constantemente a idéia principal .

Uma sugestão prática para pôr um título em seu discurso, é combinar três elementos :
1. Usar a idéia central
2.Conectá-la com a ação que deseja obter dos ouvintes como resultado .
3. Usar um verbo na primeira pessoa do plural .( Apoiemos , trabalhemos, vamos , lutemos , etc...)


Terceiro passo : preparar a conclusão .

Pergunte : Como terminarei meu discurso ?

O final do discurso é para pedir ao ouvinte que reflita sobre o explicado, ou que faça algo a respeito . Tem duas partes fundamentais :
1.     Uma solicitação
2.     Uma motivação

Por exemplo : Uma solicitação para os exemplos em questão .

·         Ajude os meninos do orfanato com uma modesta contribuição .
·         Apoie a eleição de Maria como nova presidente da junta .

Finalmente a motivação, é dizer, por que razão, e para que propósito se pede ?

Quarto passo :  Ordene suas idéias logicamente .

Pergunte-se : Como ordenarei minhas idéias ?

Sempre umas idéias devem vir primeiro e outras depois. Por exemplo, estas são quatro das fórmulas mais utilizadas pelos oradores.

1.     Do problema a solução
2.     Das causas aos efeitos
3.     Por contraste
4.     Por combinação de vários estilos de ordenamento .

Por exemplo : Vejamos o tema do orfanato .

Fórmula 1 – ( do problema à solução )

Problema : Por negligência, os meninos estão doentes e perdendo anos de estudo .

Solução :O ideal seria prover e administrar uma doação que os beneficie a curto e longo prazo .

Formula 2 – (causas e efeitos)

Causas – Uma administração deficiente tem causado desperdício de recursos do governo .

Efeitos – Edifício descuidado , pessoal inadequado , meninos doentes, perdendo aulas .

Fórmula 3 – (desvantagem)

Desvantagem – Mentes que poderiam ser úteis à sociedade , são desperdiçadas por causa da negligência .

Fórmula 4 – ( combinação de estilos )

(problema) Meninos abandonados (causa), por negligência (desvantagem), se transformam em recursos humanos desperdiçados .

Quinto passo - ( preparando uma introdução / opcional )

A ordem de idéias que você definiu no quarto passo, é exatamente a mesma que te servirá para apresentar uma prévia do assunto que irá discursar. Esta introdução é opcional e dependerá das circunstâncias , assim como do tempo que dispõe.


 http://saberes.interlegis.gov.br


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

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Portal Barravelhense - cidade de Barra Velha: Câmara de Vereadores de Barra Velha: Vereador Niva...: O Vereador Nivaldo José Ramos(DEM), presidente em exercício da Câmara de Vereadores de Barra Velha, pretende aproximar cada vez mais o Legi...

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Portal Barravelhense - cidade de Barra Velha: Barra Velha recebe as lendas do surf nacional: Mesmo não tendo o apoio financeiro da gestão municipal a Associação de Surf Costão dos Náufragos de Barra Velha ( ASCNBV) , deu uma demons...

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Portal Barravelhense - cidade de Barra Velha: Tudo pronto: Praia do Costão está pronta para rece...: Ontem... ...quinta-feira(02), praia completamente suja pelos entulhos das fortes chuvas que cairam durante toda semana em Barra Velha. Hoje...

domingo, 28 de agosto de 2011

Portal Barravelhense - cidade de Barra Velha: Claudemir Matias: "Devemos estabelecer convênio em...



Portal Barravelhense - cidade de Barra Velha: Claudemir Matias: "Devemos estabelecer convênio em...: A gestão da água em Barra Velha, vem sendo o tema do momento no Executivo e Legislativo Barravelhense. O Judiciário determinou que o prefei...

AJUDEM O FILHO DE MINHA AMIGA VIVIANE - DIVULGANDO...

CRISTIANE SEGATTO
Sérgio Cruz
AMIZADE IMPROVÁVELMara Bizinotto e Viviane Suzin se conheceram e se tornaram amigas no InCor
  Reprodução
CRISTIANE SEGATTO
Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 15 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo. Para falar com ela, o e-mail de contato é https://mail.google.com/mail/?extsrc=mailto&url=mailto%3Acristianes@edglobo.com.br
Mara é presbiteriana. Viviane é católica. Mara é zootecnista. Viviane, corretora de imóveis. Mara vive em Uberaba, Minas Gerais. Viviane é de Concórdia, Santa Catarina. Nenhuma semelhança aparente. O encontro improvável dessas duas mulheres aconteceu graças à imprevisibilidade da vida. Essa que, teimosamente, tentamos controlar.
Numa experiência extrema, elas descobriram que têm muito em comum. As duas acreditam em Deus. As duas se desdobram para equilibrar a vida familiar e a vida profissional. As duas são da mesma geração – aquela que na infância ouvia As Frenéticas e na juventude se emocionava com a reconquista do direito de votar para presidente. As duas são mães que não aceitaram sentar ao lado dos filhos na UTI e apenas esperar.
Mara Bizinotto, 41 anos, e Viviane Suzin, 37 anos, conheceram-se no Instituto do Coração (InCor), em São Paulo. A filha de Mara (Mariana, 3 anos) e o filho de Viviane (Cauê, 2 anos e quatro meses) tiveram uma doença no músculo cardíaco. Crianças ativas, lindas, aparentemente saudáveis receberam, de uma hora para outra, um diagnóstico sombrio. O coração tornara-se incapaz de bombear o sangue normalmente. Só um transplante poderia salvá-las.
Foram muitas as perguntas que as duas fizeram – em voz alta e em silêncio. O que provocou a doença? Qual descuido durante a gravidez? Que deslize nos primeiros meses? Onde falharam? Nem o conforto de uma relação de causa e efeito bem determinada essas mães puderam ter. A causa da doença é desconhecida. Aconteceu. E ponto.
Mara e Viviane pegaram os filhos no colo, deixaram casa e trabalho para trás e se mudaram para São Paulo. Alugaram apartamento nas redondezas do hospital e passaram a viver de esperança. No hospital, perceberam que podiam se ajudar. Quando uma estava no fundo do poço, a outra ainda conseguia oferecer a mão, o braço, o ombro.
Há muitos anos ouço histórias de quem luta pela vida. Esse é o meu trabalho. Sempre me pergunto de onde vem a força das mães. De algum lugar ela vem, e costuma se traduzir num senso prático impressionante. As mães se enchem de energia para fazer com que as coisas funcionem. Não aceitam a imobilidade.
Durante seis meses, Mara esperou pelo coração que poderia salvar Mariana. Descobriu que a maioria das crianças morre na fila. Com a ajuda de uma agência de publicidade, criou uma corrente de emails e postou no Facebook um apelo pela doação de órgãos de crianças. Distribuiu em hospitais planfletos com as fotos de Mariana e Cauê e falou da importância da doação a quem quisesse ouvir. “Precisava ter a certeza de que fiz tudo o que podia”, diz Mara.

Outras colunas de Cristiane Segatto

Coincidência ou não, o novo coração de Mariana chegou alguns dias depois. A menina ainda está na UTI, mas se recupera bem. Com os parâmetros de saúde dentro do previsto, já comeu mingau de aveia e biscoito e tomou leite. Agora passará por um longo acompanhamento e precisará de cuidados especiais para evitar que o órgão seja rejeitado. “Deus é soberano. Fico feliz que Ele tenha escolhido para a Mariana o caminho que eu desejava”, diz Mara.
Numa UTI, a solidariedade também precisa ser intensiva. É o que aprendem as mulheres que passam longos meses cuidando de um filho num ambiente inóspito. A união que essas mulheres conseguem construir torna mais leve a carga que precisam suportar. Demonstrações de apoio vêm de todos os lados.

ESPERANÇAMariana, 3 anos, filha de Mara, fez o transplante na semana passada
Quando o intestino da filha deixou de funcionar bem, semanas antes do transplante, Mara foi surpreendida pela voluntária que trouxe do Ceasa uma caixa de frutas que poderia ajudar. “É muito carinho”.
Mara continua em campanha pelo coração de Cauê e de outras crianças e adolescentes que estão na mesma situação. No momento em que escrevo esta coluna, há seis pacientes (de 0 a 17 anos) esperando por um coração no grupo pediátrico do InCor. “Historicamente, entre 50% e 70% dos pacientes morrem antes de conseguir o transplante”, diz Marcelo Jatene, diretor da unidade de cirurgia cardíaca pediátrica do InCor.
Em duas décadas, o hospital realizou 103 transplantes em 100 pacientes (alguns precisaram passar por um retransplante). Dez anos depois da cirurgia, 70% dos pacientes estão vivos. Em 15 anos, 65%.
Os dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) não são animadores. No Brasil, houve 17 transplantes nessa faixa etária em 2010. Um pouco menos que nos anos anteriores: 18 (2009), 19 (2008), 20 (2007). Dos transplantes realizados no ano passado, nove foram feitos em São Paulo, dois no Paraná, dois no Rio Grande do Sul, um no Ceará, um no Distrito Federal, um em Pernambuco e um no Rio de Janeiro.
No grupo de Mariana e Cauê (a faixa dos 0 a 5 anos), a situação é ainda mais dramática. Em 2007, houve 11 transplantes no Brasil. De lá para cá, o número de cirurgias caiu. Oito (em 2008), quatro (em 2009) e apenas duas (em 2010).
“Temos menos órgãos disponíveis para as crianças de 0 a 5 anos”, diz Jatene. “Não sei se é porque morrem menos crianças dessa idade ou se há menos estrutura pediátrica para cuidar adequadamente dos possíveis doadores.”
Esse é um ponto crucial em qualquer transplante – pediátrico ou adulto. Quando a pessoa sofre morte cerebral, os órgãos só podem ser aproveitados se o doador receber os mesmos cuidados que um paciente com chances de voltar para casa receberia. O doador precisa ser mantido numa UTI, receber hidratação, medicação e até sangue se for preciso.
Enquanto a regra nacional for a escassez de UTIs e cuidados – para os vivos e para os mortos – os transplantes não podem avançar. No caso das crianças, há outro complicador. “Quando uma criança pequena morre, as famílias relutam um pouco mais em doar os órgãos”, diz Estela Azeka, cardiologista do programa de transplante cardíaco do InCor. “Como os pequenos morrem em quedas, acidentes domésticos ou atropelamentos, muitos pais se sentem culpados e não conseguem doar os órgãos”, afirma.
A morte inesperada de uma criança subverte a ordem natural das coisas. É injusta, inaceitável, chocante sob qualquer ponto de vista. Nenhuma família deveria passar por isso, mas fatalidades acontecem. Diante da perda, os pais e as mães que optam pela doação acreditam que o filho estará vivo, de alguma forma, se puder permitir que outras vidas prossigam.
O que mantém Viviane em pé é a esperança de encontrar uma família capaz desse ato de generosidade. Cauê precisa de um doador compatível, com peso entre 10 e 30 quilos. O estado dele é muito grave. O músculo cardíaco dilatou demais e não é capaz de trabalhar adequadamente. Na lista de espera, Cauê está em situação de prioridade.

LUTA
Cauê, 2 anos, filho de Viviane, precisa urgentemente de um coração
Numa terça-feira de manhã, ele brincava com um violãozinho no apartamento alugado em São Paulo. Viviane e o marido correram para o InCor quando perceberam que ele estava ficando roxo. Sofreu uma parada cardíaca. “Entrei em desespero quando os médicos disseram que não estavam conseguindo reanimá-lo”, diz Viviane. “Ainda assim, eles disseram que continuariam tentando por uma hora.” Funcionou.
Há 40 dias na UTI, sedado e entubado, Cauê tem uma única chance. “Não desejo que a vida de uma criança termine para que meu filho possa viver”, diz Viviane. “Mas peço a Deus que toque o coração dos pais que acabaram de sofrer uma perda.”
Desde que a campanha começou, as mães receberam inúmeras mensagens de apoio do Brasil e do Exterior. Cada um ajuda com as palavras que pode. Elas fazem diferença. Quem quiser levar essa mensagem adiante, espalhe o link deste texto ou entre em contato com Viviane (vivisuzin@hotmail.com).
“Nessa luta pelo transplante do Cauê descobri que há muita gente boa no mundo”, afirma Viviane. Eternamente agradecida pela doação que a filha recebeu, Mara concorda. “Isso é uma escola de vida”, diz. “Vou sair daqui muito melhor do que entrei.”
Eu também. É exatamente o que sinto quando, a cada reportagem, tenho o privilégio de conhecer gente assim.

sábado, 27 de agosto de 2011

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